MUM

Museu do Meio Ambiente

Consideramos o conjunto do Jardim Botânico como o elemento “chave” do projeto e buscamos na própria natureza as soluções arquitetônicas, o partido adotado buscou referências na mistura da delicadeza da biodiversidade, na geografia física e no desejo de uma cidade melhor e mais saudável.

Client: Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Tamanho/Size : 11.000,00 m²
Local/Place: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, RJ

A Natureza é a Solução

Da Possibilidade de Intervenção
Possibilitar qualidade de vida  ao cidadão e respeito ao meio ambiente em uma grande metrópole urbana como a Cidade do Rio de Janeiro é uma tarefa difícil e  exige a colaboração dos mais diversos setores. Promover a importância da conservação da biodiversidade e incluir na cultura social a necessidade da relação entre o ser humano e o meio ambiente, torna o projeto de expansão do Museu do Meio Ambiente de uma importância “impar” para garantia não só da qualidade de vida do carioca  mas também do equilíbrio ambiental da Cidade do Rio de Janeiro.

Paisagem
Optou-se como principio de projeto entender as características da paisagem, adaptando de maneira equilibrada  as necessidades dos visitantes e o programa arquitetônico pré-estabelecido pelo termo de referência. Consideramos o conjunto do Jardim Botânico como o elemento “chave” do projeto e buscamos na própria natureza as soluções arquitetônicas, o partido adotado buscou referências na mistura da delicadeza da biodiversidade, na geografia física e no desejo de uma cidade melhor e mais saudável.

Do Projeto
O projeto arquitetônico buscou solucionar os aspectos requeridos no concurso adequando os fluxos e separando os percursos de pedestres do percursos de carros, vans e serviços. A relação com seu entorno, passa a valer  como elemento principal transformando não só a estética das edificação propostas mas também a solução paisagística.

Das Edificações.
A primeira edificação o “Edifício da Exposição de Longa Duração”, buscou continuar a ligação com o edifício histórico existente.

No olhar do visitante a edificação proposta não se destaca a primeira vista, entretanto ao desenvolver o percurso proposto no projeto o visitante é induzido a observar as transformações estéticas das edificações (do antigo para contemporâneo), provocando no visitante uma sensação de liberdade em relação ao entorno.

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